SOURCE: PFC Energy

January 18, 2008 15:59 ET

Estratégias de Parcerias Complementares Foram Sinônimo de Sucesso para os Projetos de GLP em 2007

WASHINGTON, DC--(Marketwire - January 18, 2008) - Catorze projetos de GLP estavam presentes na Final Investment Decision (FID) de 2007, mas apenas dois conseguiram: Pluto na Austrália e Angola LNG. Esses dois projetos apresentavam uma vantagem que os diferenciava dos demais: um sólido alinhamento em relação à estratégia dos parceiros do projeto.

Nikos Tsafos, um analista da PFC Energy disse: "em um mundo cada vez mais competitivo e interligado em relação ao gás, sem bons projetos de GLP, o alinhamento em relação às estratégias do parceiro continuará sendo um fator importante no projeto." Vendo o retrospecto, parece ser óbvio que os projetos bem-sucedidos foram aqueles que incluíam empresas que precisam deles, mas poucas projeções viram dessa forma. Normalmente, os projetos avaliados em relação a méritos objetivos rígidos como, por exemplo, IRR ou retorno líquido; como mostrou o setor de GLP em 2007, é importante observar quem participa do projeto da mesma forma que é preciso olhar onde se localiza o projeto. Na verdade, é até mesmo mais importante. O Sr. Tsafos prossegue: "uma empresa sem alternativa de crescimento que não esteja em único projeto específico tem mais chances de superar os obstáculos e de seguir em frente -- essa foi a lição do GLP em 2007."

Os dois projetos que conseguiram chegar à FID em 2007, Pluto e Angola LNG, tiveram a sorte de evitar muitos desafios como, por exemplo, aumentos de custo, segurança, preocupações sociais e ambientais, incerteza de abastecimento, discussões entre as esferas governamentais e problemas financeiros, muito embora tenha havido um atraso (especialmente em Angola). No entanto, o mais importante é que eles eram diferentes dos demais projetos no que se refere à urgência entre os parceiros. Como observou Terrell Benke, Gerente da PFC Energy, depois que a Woodside conseguiu a FID em Pluto, havia poucas alternativas de crescimento para a empresa; "diferentemente das IOCs atuantes na região noroeste da Austrália, a base de reservas da Woodside Petroleum é limitada e concentrada geograficamente, não podendo depender da real atividade de um portfólio de projetos de liquefação dentro do setor -- ela precisa liberar essas reservas."

Da mesma forma, a Angola LNG deu o primeiro passo quando a ExxonMobil, preocupada com uma grande reserva no Qatar, deixou o projeto em março de 2007. As demais empresas, e a recém-chegada Eni, tinham mais portfólios centralizados nos quais a Angola LNG era necessária, inclusive a necessidade de redução do gás diante do aumento da produção de petróleo no país. Dentre elas estava a Chevron, cujos projetos na Austrália, Nigéria e na Venezuela fracassaram por conta de custos elevados, saída de parceiros, além de preocupações com a segurança e a política local. A Eni enfrenta problemas semelhantes na Nigéria, bem como problemas de abastecimento no Egito; a Angola LNG foi essencial para a estratégia de crescimento da Eni para o Atlântico. A TOTAL tem desafios semelhantes pela frente na Nigéria, ao passo que suas ambições em relação ao GLP no Irã e na Rússia ainda terão um longo período até seu início. Até mesmo a BP, apesar do seu portfólio diversificado, enfrentou problemas de abastecimento em Trinidad e no Egito e precisou de um projeto para acompanhar Tangguh e North West Shelf Train 5.

A PFC Energy, com sede em Washington, DC, é uma das principais consultorias estratégicas em energia mundial com escritórios em Houston, Kuala Lumpur, Paris, Bahrein e Lausanne. Entre os clientes da PFC Energy estão todas as principais empresas de petróleo e gás do mundo, muitas empresas de petróleo estatais, empresas que atuam no campo de petróleo, instituições financeiras e agências governamentais, além de ministérios, envolvidas na política energética e no desenvolvimento econômico motivado por essa energia. A cobertura da PFC Energy inclui a análise da concorrência, as estratégias do setor energético, as oportunidades comerciais e as forças geopolíticas que afetam a política e a economia relacionadas à energia.

Contact Information