SOURCE: Institutional Investor

June 11, 2008 20:23 ET

A Credit Suisse é a nº. 1 em equities research na América Latina, segundo pesquisa da Institutional Investor

NOVA YORK, NY--(Marketwire - June 11, 2008) - Os mercados latino-americanos provaram ser surpreendentemente resistentes à crise de crédito mundial: o índice MSCI dos mercados latino-americanos emergentes ganhou 45,2% em termos de dólares para os 12 meses findos em 15 de maio. Durante o mesmo período, o índice MSCI mundial caiu 3,1%.

Essa resistência intensificou o interesse de investidores. Gerentes financeiros que participaram do questionário de 2008 da equipe de pesquisa latino-americana (Latin America Research Team), ranking anual da revista Institutional Investor que lista os melhores analistas de equities da região, dizem que nenhuma firma é capaz de fazer um trabalho melhor na cobertura desses mercados dinâmicos que a Credit Suisse. O gigante dos bancos suíços, que vinha do segundo lugar, capturou 18 posições da equipe no total, quatro a mais que no ano passado, incluindo seis primeiros lugares, o dobro de 2007.

Os resultados integrais da pesquisa estão disponíveis no site www.iimagazine.com.

A UBS Pactual escorrega do primeiro para o segundo lugar, com 17 posições da equipe. Subindo um ponto cada, para o terceiro e quarto lugares, respectivamente, estão a Merrill Lynch (12 posições) e o Santander Investment Securities (9). A JPMorgan é a maior vencedora entre as dez principais firmas, pulando do nº. 7 para o nº. 5; a firma ganhou oito posições:

Class.   Firma                                    Total de posições

1         Credit Suisse                                   18
2         UBS Pactual                                     17
3         Merrill Lynch                                   12
4         Santander Investment Securities                  9
5         JPMorgan                                         8

Os resultados refletem as opiniões de 375 analistas compradores e profissionais de investimento de 230 instituições que, coletivamente, gerenciam aproximadamente $323 bilhões de ações latino-americanas.

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