SOURCE: Brocade

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April 26, 2017 15:29 ET

Estudo da Brocade Global revela que mais da metade das equipes de IT terá dificuldade devido à falta das habilidades "Certas" que as empresas exigirão nos próximos 12 meses

Alemanha e EUA na dianteira do Jogo de Habilidades de Transformação Digital mas o Reino Unido fica atrás

LONDON, UNITED KINGDOM--(Marketwired - Apr 26, 2017) - A Brocade (NASDAQ: BRCD) divulgou hoje um novo Estudo de Habilidades de Transformação Digital Global, que teve por objetivo revelar como os líderes mundiais de IT acham como eles e suas equipes estão posicionados para atender as demandas comerciais atuais e futuras. Dos seis mercados pesquisados, a Alemanha foi a mais bem preparada para atender as metas de transformação digital, seguida de perto dos EUA, mas o Reino Unido ficou bem para trás.

A pesquisa, que contou com 630 líderes de IT nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Austrália e Cingapura, indica que muitas organizações estão no ponto da virada, pois as demandas da nova tecnologia devem esgotar o suprimento de habilidades. As organizações que estão abordando isso agora com o treinamento de habilidades adicionais serão as mais bem posicionadas para garantir o crescimento da empresa e das vantagens competitivas.

No geral, 91 por cento dos líderes globais de IT reconhecem que os departamentos de IT são reconhecidos como muito importantes ou essenciais para a inovação e o crescimento dos negócios. No entanto, mais da metade (54 por cento) prevê dificuldades futuras com a falta de talentos de IT em 12 meses. Os fatores contribuintes identificados pela pesquisa são: falta de habilidades, prevalência de habilidades desatualizadas, ausência de compromisso para com o treinamento a nível de diretoria, e o ambiente em rápida mudança da tecnologia.

"As empresas estão chegando ao pico da influência estratégica de IT. Agora é o momento que as equipes de IT acham ter as maiores oportunidades para influenciar a transformação nas organizações", disse Christine Heckart, diretor de marketing e vice-presidente de ecossistemas, Brocade. No entanto, com a rápida mudança do cenário da tecnologia e o impacto potencial nos mercados de trabalho internacionais, é essencial que IT receba o treinamento certo para aprofundar o desenvolvimento das habilidades e relevância dos negócios".

A pesquisa também revelou que o planejamento de habilidades deve estar alinhado com outras áreas do planejamento dos negócios para evitar o risco de déficit de habilidades de tecnologia, onde as equipes de IT tenham que entregar os benefícios das tecnologias com as quais elas não estão preparadas para implementar.

Pouco pessoal disponível e habilidades desatualizadas impedem que ITDMs atendam as demandas atuais das empresas

As organizações estão tentando afastar os departamentos de IT das suas funções tradicionais, mas a falta de habilidades e o tempo necessário para o aprendizado das habilidades prejudicam o processo. Os tomadores de decisões de IT (ITDM) acreditam que isto poderá vir a ser um grande contribuinte para a incapacidade do atendimento das demandas das empresas, colocando as organizações em risco de ficarem para trás dos concorrentes e perderem os clientes.

  • Aproximadamente um em quatro entrevistados na Austrália, França, Alemanha, Cingapura e EUA dizem que não podem atender as demandas atuais devido à falta de pessoal. Este número chega a 42 por cento no Reino Unido.
  • Os entrevistados afirmam que a falta de acesso ao talento os impedirá de implementar novas tecnologias com eficiência, levar à queda da satisfação dos funcionários e resultar na perda do mercado.

A falta de habilidades de IT deve piorar e as organizações devem agir agora

O cenário político também é um fator contribuinte para o aumento da falta de habilidades. Com a intensificação da incerteza no mercado nos próximos anos, é cada vez mais importante que os departamentos de IT continuem ágeis e aproveitem as novas tecnologias.

  • Noventa e quatro por cento dos entrevistados estão de certa forma preocupados com a futura contratação de pessoal de IT, enquanto 54 por cento estão preocupados com a falta de talentos com habilidades.
  • Quarenta e três por cento dos entrevistados globais concordam ou concordo muito que o clima político atual dificulta a contratação de funcionários com as habilidades certas. Nos EUA e na Austrália, os números são 52 por cento e 54 por cento, respectivamente.
  • Até mesmo diante das incertezas com o Brexit, os entrevistados da EMEA se mostraram menos preocupados, com somente 31 por cento dos ITDMs do Reino Unido acreditando que isso é um problema, comparado com 39 por cento na Alemanha e 35 por cento na França.

O tempo e o investimento com treinamento serão essenciais para as empresas

O treinamento continua sendo um problema com a prioridade das tarefas de manutenção diárias de IT. Para que as organizações possam abordar o déficit de habilidades técnicas, primeiro é necessário que elas invistam tempo e dinheiro -- ou enfrentem as consequências.

  • Existe uma grande demanda global para gastar mais tempo com o aumento das habilidades -- de 15 por cento para 22 por cento do tempo gasto .
  • Os entrevistados afirmaram que orçamento insuficiente (45 por cento) e o tempo de treinamento (45 por cento) estão limitando as tentativas dos departamentos de IT de desenvolver habilidades mais do que quaisquer outros fatores. Estes fatores aumentam para 60 por cento e 50 por cento respectivamente na Austrália, mas caem para 37 por cento e 30 por cento na Alemanha.
  • Atualmente, somente três horas são alocadas por semana para aprendizado e desenvolvimento de habilidades. Os entrevistados de Cingapura têm uma média de quatro horas de desenvolvimento de habilidades por semana.
  • Sessenta e sete por cento dos entrevistados concordam que o que seria vital para eliminar esta falta de habilidades seria gastar mais dinheiro com treinamento.

Profissionais de IT precisam tomar as rédeas do seu futuro profissional

A pesquisa também revelou que os profissionais de IT de todos os níveis devem ter maior responsabilidade pelo seu destino profissional, utilizar as oportunidades das novas tecnologias como a inteligência artificial (artificial intelligence - AI) e todas as áreas de IoT, desde à gestão até à segurança.

  • Trinta e cinco por cento dos entrevistados globais concordam ou concordo muito que as equipes de IT das suas empresas não têm as habilidades certas para proteger seus trabalhos no futuro.
  • Quando perguntados para identificar uma habilidade essencial para o avanço futuro da carreira, a segurança cibernética foi a citada mais frequentemente, 22 por cento dos entrevistados em todo o mundo.
  • AI e segurança de IoT empataram em segundo lugar como a habilidade mais essencial, 18 por cento. Embora AI seja a habilidade mais essencial na França e na Austrália, a segurança de IoT foi a mais valorizada na Alemanha.

AI pode ser amiga ou inimiga

AI pode revolucionar as habilidades de IT necessárias e a forma como trabalhamos. AI provavelmente irá substituir várias funções e tarefas de IT, mas isto não significa o fim para o departamento de IT. Os funcionários precisam ter as habilidades certas para trabalhar com AI e aproveitarem seu impacto futuro para que as organizações possam liberar todo o seu potencial.

  • Quando perguntados quais funções atuais já estão sendo substituídas pela AI, suporte de desktop (23 por cento), análise de dados (20 por cento), testadores de software (17 por cento), arquitetos de sistemas (14 por cento) e engenheiros de rede (11 por cento) foram os primeiros da lista.
  • Nos próximos 10 anos estes números devem aumentar: suporte de desktop (37 por cento), análise de dados (34 por cento), testadores de software (33 por cento), arquitetos de sistema (31 por cento) e engenheiros de rede (31 por cento).
  • AI também irá afetar a função do CIO, com quase metade dos entrevistados globais afirmando um maior foco por parte da empresa.
  • Cinquenta e seis por cento dos entrevistados acreditam que o desenvolvimento de habilidades de AI é essencial para a garantia de trabalho futuro.

Função vital do conselho na garantia do desenvolvimento de habilidades de IT a longo prazo

Os conselhos das empresas normalmente determinam se os funcionários têm tempo e capacidade para desenvolver habilidades, mas isto é comum nas organizações que não têm o suporte adequado. Os conselhos também deve garantir que a melhoria das habilidades e do treinamento estejam alinhadas com outras áreas do planejamento dos negócios.

  • Quarenta e quatro por cento dos entrevistados acham a aquisição de novas habilidades não é encarada pelo conselho com o valor que deveria ter. Isto chega a 59 por cento na Austrália e a 50 por cento no Reino Unido. Os EUA (42 por cento), Alemanha (41 por cento), Cingapura (40 por cento) e França (34 por cento) apresentaram resultados ligeiramente mais positivos.
  • Quase um quinto dos entrevistados globais pensam que os conselhos acham que a aquisição de conhecimento e de habilidades é um custo e não um ativo para as empresas. Isto chega a 35 por cento na Austrália.
  • No entanto, a maioria dos entrevistados na França (63 por cento) e na Alemanha (62 por cento) interpretam o aumento do conhecimento e das habilidades um ativo.
  • Embora os entrevistados afirmem planejar com aproximadamente dois anos de antecedência a maior parte dos negócios, a aquisição de pessoal e recrutamento é planejada em média no máximo com um ano de antecedência.
  • Isto cria uma desconexão entre as tentativas das empresas de abordar os principais desafios de IT com as equipes que não estão preparadas em termos de habilidades e experiência desejadas.

Recursos Adicionais

Os dados no estudo também identificam quatro personalidades principais dos líderes globais de IT, todas com níveis diferentes de eficácia em termos de apresentação de projetos de transformação digital e de gestão de habilidades das suas equipes.

A pesquisa foi realizada por uma firma de pesquisa independente, a Vanson Bourne, em março de 2017. Seiscentos e trinta tomadores de decisão de IT de empresas com mais de 500 funcionários nos EUA, Reino Unido, França, Alemanha, Cingapura e Austrália, participaram da pesquisa.

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