SOURCE: GlobalEnglish Corporation

GlobalEnglish Corporation

April 03, 2012 07:03 ET

GlobalEnglish Business English Index revela falta de habilidades e desigualdade das oportunidades para o sucesso nos negócios internacionais em 2012

Países como Brasil, Itália, Japão, México, Rússia e Turquia estão desvantagem

Quase quatro de cada dez trabalhadores não entendem a informação básica compartilhada nas chamadas de conferência globais, não lêem ou escrevem emails em inglês, ou lidar com mudanças complexas e rápidas

BRISBANE, CA--(Marketwire - Apr 3, 2012) - A GlobalEnglish Corporation (www.GlobalEnglish.com), a provedora líder de software por demanda em nuvem para o avanço da Enterprise Fluency(TM) (Fluência de Empresas), anunciou hoje o resultado do seu Business English Index (BEI), o único Índice que avalia a proficiência do Inglês Comercial no local de trabalho. O 2012 BEI mostra que a falta de proficiência do Inglês Comercial está ameaçando a produtividade das empresas, indústrias e economias de países específicos este ano.

Com um crescente número de empresas operando em dez, 15 ou até mesmo mais de 20 países com idiomas nativos, a maioria das conversas de negócios em todo o mundo agora é realizada com falantes e não falantes de inglês nativo. A atual falta de talentos com habilidade para falar, apresentar, escrever, vender e atender os clientes em inglês tornou-se um desafio de alta performance das empresas multinacionais quando o crescimento dos negócios internacionais tem sido causado pelas expansões dos mercados emergentes.

Em uma escala de 1-10 para a classificação da competência do Inglês Comercial com habilidades de iniciante à avançada, a média da pontuação 2012 BEI de 108.000 pessoas que fizeram o teste em todo o mundo é 4,15. Uma pontuação BEI de 1,0 indica a capacidade de leitura e comunicação com o uso de questões e sentenças simples, e uma pontuação mais alta que 10,0 representa a capacidade de comunicação e colaboração no local de trabalho como se fosse um falante inglês nativo. Houve uma queda geral na pontuação BEI geral sobre o primeiro índice no ano anterior, de 4,46 a 4,15. Esta pontuação baixa confirma que as habilidades de Inglês Comercial não são suficientes para atender à demanda da economia global de hoje em dia.

Quase quatro de cada dez (38,2 porcento) trabalhadores de 76 países foram classificados como iniciantes de Inglês Comercial, ou seja, em média, não entendem nem comuniquem informação básica durante reuniões virtuais ou pessoalmente, leiam ou escrevam emails profissionais em inglês ou lidem com mudanças complexas e rápidas em um ambiente de negócios mundial. A grande maioria dos trabalhadores globais (60,5%) dos países representados teve uma pontuação entre 4,0 e 7,0, abaixo do nível intermediário, indicando a incapacidade de atuação em um papel ativo nas discussões de negócios ou realizar tarefas relativamente complexas como criação de apresentações e negociações com clientes ou parceiros.

O FMI prevê que 70 porcento do crescimento mundial nos próximos anos ocorrerão nos mercados emergentes, com a China e a Índia responsáveis por 40 porcento deste crescimento. Até 2020, Brasil, Rússia, Índia e China devem ser responsáveis por quase 50 porcento do crescimento do PIG global. No entanto, de acordo com a McKinsey & Company(1), apenas 13 porcento dos graduados dos países emergentes estão preparados para trabalhar em empresas globais, e o principal motivo citado é a falta do conhecimento do inglês.

Embora 92 porcento dos funcionários falantes de inglês não nativos de todo o mundo digam que a comunicação em inglês é necessária ou importante para o trabalho, apenas uma pequena parte (7 porcento) concorda muito que suas habilidades em inglês sejam suficientes para ajudá-los no trabalho, de acordo com uma pesquisa em 2010 com 26.000 funcionários globais de 152 países.(2)

"O baixo nível das habilidades do Inglês Comercial é ruim para todas as empresas globais e o Business English Index sugere que muitas empresas serão obrigadas a atingir suas metas de performance em 2012", de acordo com Tom Kahl, Presidente da GlobalEnglish. "A abordagem das lacunas do inglês e a garantia de que os funcionários possam ter imediatamente um nível de proficiência necessário devem ser encarados como uma obrigação estratégica para que as empresas multinacionais, com a Fluência da Empresa, a comunicação e colaboração total das organizações globais, possam oferecer um lucro substancial. Na realidade, o estudo da Towers Watson revelou que as comunicações comerciais eficientes podem levar a um retorno de mais de 47 porcento para os acionistas".

Em um relatório de março de 2012, a empresa de análises Bersin & Associates(3) revelou que as organizações com um nível mais alto de Fluência Empresarial, as que abordam o Inglês Comercial com um nível estratégico em toda a empresa, são muito mais propensas a ter sucesso do que as empresas com comunicações fragmentadas e reativas. De acordo com o estudo, as organizações na parte superior do espectro são 16 vezes mais propensas a ter uma alto desempenho financeiro, 28 vezes mais de ter um desempenho melhor em termos de sucesso com o cliente, como melhor lealdade e satisfação do cliente, e 86 vezes mais propensa a ter um alto desempenho em termos de agilidade dos negócios, inclusive o tempo para colocação do produto no mercado e respostas à mudança.

Economias de rápido crescimento e com dificuldades do BRIC em desvantagem

Apenas as Filipinas alcançaram uma pontuação de mais de 7,0, um nível BEI de alta proficiência que indica a capacidade de ter um papel ativo nas discussões de negócios e execução de tarefas relativamente complexas. Isto é particularmente importante porque as Filipinas, um país com um-décimo da população da Índia, recentemente tomou o lugar da Índia como centro dos call centers.(4) Além das Filipinas, no topo da classificação encontram-se a Noruega (6.54), Estônia (6.45), Sérvia (6.38) e Eslovênia (6.19).

Não é nenhuma surpresa que as Filipinas e a Noruega -- os dois únicos países dos cinco principais em 2011 e 2012 -- estejam melhorando suas economias, de acordo com os mais recentes dados do PIB do Banco Mundial. O aumento da capacidade de Inglês Comercial dos trabalhadores globais nestes dois países é um indicador de contínuo crescimento econômico e sucesso nos negócios.

As potências com problemas (Japão, Itália e México) e os mercados emergentes de rápido crescimento (Brasil, Colômbia e Chile) tiveram uma pontuação de menos de 4,0 na proficiência do Inglês Comercial, uma clara desvantagem para a concorrência no mercado global. Três de cada quatro países do BRIC não estão entre os 25 principais países, inclusive Brasil (2,95), Rússia (3,60) e China (4,44). A Índia recebeu uma pontuação BEI de 5,57, ficando entre os 10 principais países.

As mudanças do talento global colocam em risco os países que falam inglês. Surpreendentemente, a pontuação BEI dos trabalhadores globais nos Estados Unidos caiu de 6,9 para 5,09 desde o original benchmark BEI 2011, e isso é atribuído ao fato de grande parte das pessoas que fazem o teste serem engenheiros de cientistas estrangeiros. Um de cada cinco trabalhadores do mundo empregados nos Estados Unidos das áreas de ciências, tecnologia, engenharia e matemática (STEM) é estrangeiro, de acordo com um Relatório do Departamento de Comércio dos Estados Unidos publicado em 2012.(5)

Os serviços profissionais e financeiros são líderes dos setores industriais

Uma empresa de serviços profissionais que ficou em primeiro lugar no 2012 BEI pelo segundo ano consecutivo com uma pontuação de 7.61 é uma provedora internacional líder de cuidado ao cliente terceirizado. A empresa está se diferenciando ao enfatizar a qualidade da sua oferta, capacitando seus representantes a oferecer um serviço melhor com a proficiência do Inglês Comercial de nível mais alto. Os setores de serviços profissionais (5,19) e de serviços financeiros (4,68) tiveram uma modesta melhora nas pontuações BEI obtidas com o índice benchmark original realizado no ano passado. Com os negócios cada vez mais globalizados, as empresas clientes esperam que seus parceiros de serviço ofereçam o melhor suporte da categoria em um número cada vez maior de locais geográficos.

Outros setores com pontuação mais alta são mídia/comunicações/entretenimento (4,6) e de tecnologia e varejo (4,5) com pontuações perto do máximo do 2012 BEI. Os setores da indústria na base do 2012 BEI são governo/educação/sem fins lucrativos (3,11), imóveis e construção (3,15) e manufatura e distribuição (3.4). Estes resultados mais baixos são provavelmente causados pela menor ênfase dos empregadores no desenvolvimento das habilidades do Inglês Comercial, porque muitas organizações deste setor estão mais concentradas localmente.

A GlobalEnglish BEI é uma ferramenta valiosa para as empresas multinacionais para medir e comparar a competência do Inglês Comercial nas regiões geográficas e setores, e avaliar a competência do Inglês Comercial dos colegas e concorrentes. Os 76 países incluídos na classificação de proficiência 2012 BEI tiveram de 50 a mais de 13.000 pessoas por país que fizeram o teste. Todos os trabalhadores globais de 216 empresas multinacionais participantes foram avaliados em 2011.

Para rever o resultado completo do 2012 BEI -- inclusive um relatório completo, infográficos e uma apresentação, visite: www.GlobalEnglish.com/business_english_index.

GlobalEnglish Corporation

GlobalEnglish oferece soluções para Enterprise Fluency(TM): a comunicação e colaboração que resulta em alta performance em uma economia global. Um principal componente da Enterprise Fluency (Fluência da empresa) é a medida que uma empresa tem de aplicar ganhos gerais na habilidade do Inglês Comercial para melhorar a facilidade com a qual as equipes globais podem se comunicar e colaborar, e a eficácia com que uma empresa pode operar em diversos países.

Temos parcerias com mais de 500 empresas em todo o mundo, incluindo BNP Paribas, Capgemini, Cisco, Deloitte, GlaxoSmithKline, Hilton, John Deere, Procter & Gamble e Unisys. Nossa soluções de software por demanda está disponível em 15 idiomas para suporte de tarefas em inglês do trabalho -- como colaboração, escrever emails e desenvolvimento de apresentações -- e programas comprovados para a criação da proficiência duradoura do Inglês Comercial. Com sede em Brisbane, Califórnia, a empresa tem escritórios em 30 países e alcance global para dar suporte a multinacionais em qualquer país do mundo.

Para maiores informações, acesse www.GlobalEnglish.com.

(1) Fonte: The Emerging Global Labor Market: Part II -- The Supply of Offshore Talent in Services, McKinsey & Company, Junho 2005, http://www.mckinsey.com/mgi/publications/emerginggloballabormarket/Part2/executive_summary.asp

(2) Fonte: The Globalization of English Report, GlobalEnglish Corporation, 2010, http://www.globalenglish.com/m/why_globalenglish/globalization_of_english/

(3) Fonte: Why Moving Communication Issues from Tactical to Strategic is Imperative in Today's Borderless Business Environment, Bersin & Associates, março 2012, http://bit.ly/EFMM_Report

(4) Fonte: "A New Capital of Call Centers," The New York Times, 5 de novembro de 2011, http://www.nytimes.com/2011/11/26/business/philippines-overtakes-india-as-hub-of-call-centers.html?_r=1

(5) Fonte: The Competitiveness and Innovative Capacity of the United States, U.S. Department of Commerce, janeiro 2012. http://www.commerce.gov/americacompetes

Contact Information