SOURCE: Miyamoto International

Miyamoto International

09 janv. 2013 20h15 HE

Haitianos reconstroem o Haiti: 105.000 pessoas afetadas -- Veja o vídeo

PORT-AU-PRINCE, HAITI and SACRAMENTO, CA--(Marketwire - Jan 9, 2013) - Com a chegada do terceiro aniversário do terremoto no Haiti, o Haiti Public Works (MTPTC), apoiado pela Miyamoto e vários parceiros, reparou e fortaleceu 14.952 residências danificadas que afetaram mais de 105.000 pessoas. Este trabalho foi realizado por pequenas empreiteiras haitianas treinadas.

"As primeiras 16 empreiteiras já não são tão pequenas assim", disse o Dr. Kit Miyamoto. "Uma empresa começou com duas pessoas e já é uma operação com 100 pessoas. A empresa é sólida e tem proporcionado muitos trabalhos".

Com o treinamento de mais de 6.000 pedreiros e 600 engenheiros, foi estabelecido uma base sólida para melhores práticas de construção e crescimento econômico. Todos os programas de Miyamoto na região são liderados pelo setor comercial haitiano, pequenas empresas e MTPTC.

"É vital que o Haiti tenha um desenvolvimento econômico sustentável", disse a Sra. Guilaine Victor, Gerente de Programa da Miyamoto. "Foi um desastre sem precedentes, mas isso pode se tornar um divisor de águas para a população do Haiti, por isso considero uma honra fazer parte deste trabalho".

O Sr. Alfred Piard, Diretor do MTPTC, comentou que: "O Ministério busca criar um grupo de prédios que daqui a 15 a 20 anos possa resistir aos terremotos futuros".

A próxima etapa será abordar os reparos ou a reconstrução dos 40.000 prédios interditados do Haiti. Acompanhe o progresso no diário do Dr. Kit Miyamoto, que registra sua experiência na reconstrução de comunidades em todo o mundo.

Veja agora a reconstrução do Haiti em busca de se tornar uma comunidade resistente aos terremotos.

A Miyamoto International é uma firma de engenharia de terremotos e estrutural global que oferece serviços essenciais para indústrias e comunidades sustentáveis em todo o mundo. A Miyamoto vem trabalhando com o governo haitiano, organizações não governamentais (ONGs) e o setor privado no Haiti desde o terremoto de 2010.

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