SOURCE: Cisco

Cisco

October 23, 2012 13:28 ET

O Índice Cisco Global de Nuvem Prevê que o Tráfego em Nuvem Crescerá Seis vezes até 2016

SAN JOSE, CA--(Marketwire - Oct 23, 2012) -  No segundo Índice Cisco® Global Cloud (2011 - 2016) publicado hoje, a Cisco prevê que o tráfego global da central de dados crescerá quatro vezes e chegará a um total de 6,6 zetabytes ao ano até 2016. A empresa também prevê que o tráfego global em nuvem, o componente de crescimento mais rápido no tráfego de centrais de dados, crescerá seis vezes - uma taxa de crescimento anual combinada (CAGR) de 44% - de 683 exabytes de tráfego anual em 2011 para 4,3 zetabytes até 2016.

Para contextualizar, 6,6 zetabytes equivalem a:

  • 92 trilhões de horas de música sendo transmitida - O equivalente a cerca de 1 ano e meio de música sendo transmitida continuamente para a população mundial em 2016.
  • 16 trilhões de horas de conferências de negócios na web - O equivalente a cerca de 12 horas de conferências na web diárias para a força de trabalho do mundo em 2016.
  • 7 trilhões de horas de transmissão de vídeo online em alta definição (HD) - O equivalente a cerca de 2 horas e meia de vídeos HD sendo transmitidos diariamente para a população mundial em 2016.

A maior parte do tráfego de centrais de dados não é causada por usuários finais, mas por cargas de trabalho de centrais de dados e de computação em nuvem usadas em atividades que são virtualmente invisíveis aos indivíduos. Para o período 2011 - 2016, a Cisco prevê que aproximadamente 76 % do tráfego de centrais de dados ficarão contidos na central de dados e serão majoritariamente gerados por armazenamento, produção e desenvolvimento de dados. Um adicional de 7% de tráfego de centrais de dados será gerado entre centrais de dados, liderado primordialmente pela replicação de dados e atualizações de software/sistemas. Os 17% de tráfego de centrais de dados remanescentes serão abastecidos por usuários finais acessando nuvens para navegação na web, uso de email e transmissão de vídeos.

A partir de uma perspectiva regional, o Índice Cisco Global de Nuvem prevê que ao longo de 2016, o Oriente Médio e a África terão a taxa mais alta de tráfego em nuvem, enquanto a região Ásia-Pacífico processará a maior parte da carga de trabalho em nuvem, seguida pela América do Norte.

Visão geral:

  • O Índice Cisco Global de Nuvem (2011 - 2016) foi desenvolvido para estimar o crescimento e tendências do tráfego global para centrais de dados e protocolos de Internet (IP) baseados em nuvem. O Índice Cisco Global de Nuvem funciona como um recurso complementar aos estudos atuais sobre tráfego de rede, oferecendo novas constatações e visibilidade sobre tendências emergentes que afetam centrais de dados e arquiteturas em nuvem. A previsão se torna cada vez mais importante à medida que a rede e central de dados se tornam mais intrinsecamente conectadas à oferta de serviços em nuvem.
  • O Índice Cisco Global de Nuvem inclui uma previsão de "transição de carga de trabalho", que mostra a alteração na carga de trabalho, do movimento a partir de centrais de dados tradicionais aos servidores em nuvem mais virtualizados.
  • A previsão também inclui um suplemento de Detalhes Regionais de Prontidão para a Nuvem, que examina as habilidades de rede fixa e móvel de cada região global (de aproximadamente 150 países) para prestar apoio a aplicativos e serviços de computação em nuvem para negócios e consumidores.
  • O Índice Cisco Global de Nuvem é gerado através do uso de modelos e análises de várias fontes primárias e secundárias, incluindo 40 terabytes de dados de tráfego de amostras de uma variedade de centrais de dados globais durante o último ano; resultados de mais de 90 milhões de testes de rede nos últimos dois anos; e relatórios de pesquisa de terceiros.

Principais destaques/Conclusões:

  • Crescimento de tráfego em nuvem por região: o Oriente Médio e a África terão a maior taxa de crescimento de tráfego em nuvem de 2011 - 2016: O Índice Cisco Global de Nuvem agora inclui dados de previsão regionais para crescimento de tráfego em nuvem.
    • Em 2011, a América do Norte gerou o maior tráfego em nuvem (261 exabytes anuais); seguida pela Ásia Pacífico; (216 exabytes anuais); e Europa Ocidental (156 exabytes anuais).
    • Até 2016, a Ásia Pacífico gerará o maior tráfego em nuvem (1,5 zetabytes anuais); seguida pela América do Norte (1,1 zetabytes anuais); e Europa Ocidental (963 exabytes anuais).
    • De 2011 - 2016, a Cisco prevê que o Oriente Médio e a África terão a maior taxa de crescimento de tráfego em nuvem (79% de CAGR); seguida pela América Latina (66% de CAGR); e Europa Central e Oriental (55% de CAGR).
  • Crescimento da carga de trabalho por região: Até 2016, a Ásia Pacífico terá processado a maioria das cargas de trabalho em nuvem, seguida pela América do Norte: O Índice Cisco Global de Nuvem agora inclui dados de previsão regionais para crescimento de carga de trabalho.
    • Em 2011, a América do Norte teve a maioria das cargas de trabalho em nuvem (8,1 milhões ou 38% das cargas de trabalho em nuvem globais); seguida pela Ásia-Pacífico, que teve 6,7 milhões ou 32% das cargas de trabalho globais em 2011.
    • Até 2016, a Ásia Pacífico processará a maioria das cargas de trabalho em nuvem (40,6 milhões ou 36% das cargas de trabalho em nuvem globais); seguida pela América do Norte, que terá 17,4 milhões ou 26% das cargas de trabalho globais em 2016.
    • A partir de 2011 - 2016, estima-se que a região do Oriente Médio e da África tenham a maior taxa de crescimento de carga de trabalho (73% de CAGR); seguida pela América Latina (60% de CAGR); e Europa Central e Oriental (50% de CAGR).
    • Na América do Norte, as cargas de trabalho de centrais de dados tradicionais irão, de fato, cair em relação a 2011-2016 (de 18,3 milhões em 2011 para 17,4 milhões em 2016), caindo para 1% negativo de CAGR.
  • O tráfego global de centrais de dados crescerá quatro vezes até 2016 - a Cisco prevê que o tráfego global quase quadruplicará de 1,8 zetabytes em 2011 para 6,6 zetabytes anuais em 2016, representando 31% de CAGR.
  • O tráfego global na nuvem será responsável por quase dois terços do tráfego total global de centrais de dados. Globalmente, o tráfego em nuvem crescerá de 39% (57 exabytes por mês e 683 exabytes por ano) de tráfego total de centrais de dados em 2011 para 64% (quase dois terços - 355 exabytes por mês e 4,3 zetabytes por ano) de tráfego total de centrais de dados em 2016.
  • O tráfego global na nuvem crescerá mais rapidamente que o tráfego geral global de centrais de dados - A transição para serviços em nuvem está impulsionando o tráfego global na nuvem a uma taxa de crescimento maior que o tráfego global de centrais de dados. O tráfego global de centrais de dados crescerá quatro vezes (31% de CAGR) de 2011 a 2016, enquanto o tráfego global na nuvem crescerá seis vezes (44% de CAGR) no mesmo período.
  • Transições de carga de trabalho: A partir de 2011 - 2016, as cargas de trabalho de centrais de dados crescerão 2,5 vezes; cargas de trabalho na nuvem crescerão 5,3 vezes - Em 2011, 30% das cargas de trabalho foram processadas na nuvem, com 70% sendo abordadas em uma central de dados tradicional.
    • 2014 será o primeiro ano em que a maioria das cargas de trabalho migrará para a nuvem; 52% de todas as cargas de trabalho serão processadas na nuvem, versus 48% no espaço de TI tradicional.
    • Até 2016, 62%, ou quase dois terços do total de cargas de trabalho, serão processados na nuvem.
    • A carga média de trabalho por servidor em nuvem física crescerá de 4,2 em 2011 para 8,5 até 2016. Em comparação, a carga média de trabalho por servidor físico de central de dados tradicional crescerá de 1,5 em 2011 para 2 em 2016.
  • Prontidão para a nuvem: Ásia Pacífico, Europa Central e Oriental, América do Norte e Europa Ocidental atualmente podem suportar aplicativos avançados de computação em nuvem em redes fixas; atualmente, apenas a Europa Ocidental tem desempenho de rede médio para apoiar aplicativos de computação em nuvem intermediários em redes móveis - Para avaliar a prontidão para a nuvem, diversos atributos de rede fixa e móvel foram analisados. As velocidades médias de upload e download e latência média foram avaliadas em cada uma das seguintes regiões geográficas: Ásia Pacífico, Europa Central e Oriental, América Latina, Oriente Médio e África, América do Norte e Europa Ocidental.
    • A partir de uma perspectiva de rede fixa, as características de desempenho médio de rede para o Oriente Médio e África e América Latina podem, atualmente, apoiar aplicativos de computação em nuvem intermediários, como transmissão de vídeo em alta definição e aplicativos de chamadas com vídeo.
    • O desempenho médio de banda larga fixa para a Ásia Pacífico, Europa Central e Oriental, América do Norte e Europa Ocidental atualmente pode suportar aplicativos de computação em nuvem avançados como transmissão de vídeo 3D e serviços sofisticados de escritório virtual. Obs.: Alguns países, em cada região, têm hoje capacidade média de rede fixa para suportar aplicativos de computação em rede avançados.
    • A partir de uma perspectiva de rede móvel, apenas as características médias de desempenho de rede para a Europa Ocidental foram suficientes para suportar aplicativos de computação em nuvem intermediários hoje.
    • O desempenho médio de banda larga móvel para todas as outras regiões pode apoiar aplicativos de computação em rede básicos, como navegação na web e comunicação de texto. Obs.: Alguns países de cada região podem, hoje, suportar serviços em nuvem móveis intermediários. A Hungria é, hoje, o único país que pode suportar serviços em nuvem móveis avançados.

Declarações de apoio:

  • Doug Merritt, Vice-Presidente Sênior de Produto e Soluções de Marketing da Cisco
    "Conforme o tráfego em nuvem continua a proliferar, o Índice Cisco Global de Nuvem oferece a todos os envolvidos na computação em nuvem um barômetro muito valioso para tomar decisões de planejamento estratégicas de longo prazo. A previsão deste ano confirma que o grande crescimento do uso de centrais de dados e o tráfego em nuvem são tendências globais, impulsionadas por nosso desejo crescente de acessar conteúdos pessoais e de negócios em qualquer lugar, em qualquer aparelho. É claro que a próxima geração de Internet será um componente essencial para permitir uma virtualização muito maior de centrais de dados e um mundo novo de nuvens interconectadas."

Vídeos incluídos:

  • Veja nosso vídeo nos "Top Trends Por Trás do Índice Cisco Global de Nuvem (2011 - 2016)," com Thomas Barnett da Cisco.
  • Veja o vídeo em flash de mídia social mostrando centrais de dados chave e projeções de crescimento de tráfego em nuvem

Sobre a Cisco:
A Cisco (NASDAQ: CSCO) é líder mundial em redes que muda a forma como as pessoas se conectam, se comunicam e cooperam. Informações sobre a Cisco podem ser encontradas em http://www.cisco.com. Para notícias atuais, favor acessar http://newsroom.cisco.com.

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