SOURCE: SG Biofuels

SG Biofuels

September 13, 2011 05:00 ET

SG Biofuels se Junta com JETBIO e Líderes da Aviação para Implantar Pinhão-manso em Projeto de Bioquerosene no Brasil

SÃO PAULO, BRASIL--(Marketwire - Sep 13, 2011) - A SG Biofuels (SGB) anunciou hoje que se uniu com a JETBIO, líder de uma iniciativa integral que inclui Airbus, Banco Interamericano de Desenvolvimento, Bioventures Brasil, Rio Pardo Bioenergia, Air BP e TAM Linhas Aéreas, para acelerar a produção de óleo bruto de Pinhão-manso como uma fonte de biocombustível para a industria de aviação no Brasil.

A SGB irá trabalhar com a Bioventures Brasil, um desenvolvedor de plantios e outros parceiros do programa em um programa multi-etapas levando à implantação de mais de 30.000 hectares de plantações consorciadas de Pinhão-manso na região centro-oeste do Brasil usando as sementes híbridas JMax™ da SGB. O óleo de Pinhão-manso bruto produzido será transformado em bioquerosene para abastecer companhias aéreas.

"A adição da SG Bifouels é uma peça fundamental da cadeia de valor, uma vez que sua capacidade de desenvolver variedades de Pinhão-manso de alto desempenho irá permitir a produção de matérias-prima de baixo custo, em grandes volumes, para os biocombustíveis no Brasil," disse Rafael Davidsohn Abud, Diretor da JETBIO, uma empresa com base no Brasil, especializada em projetos de biocombustíveis.

Durante a fase inicial do programa, a SGB irá desenvolver variedades híbridas de Pinhão-manso adaptadas às condições de cultivo na região centro-oeste, e trabalhará com a Bioventures Brasil e Rio Pardo Bioenergia para selecionar, testar e escalar os híbridos de melhor rendimento para a implantação prevista do projeto comercial. A região centro-oeste foi selecionada por causa da grande disponibilidade de pastagens subutilizadas apresentando uma excelente oportunidade para o plantio consorciado de Pinhão-manso com atividades de criação de gado.

"O Pinhão-manso provou ser a matéria-prima mais rentável e sustentável para bioquerosene de aviação, mas o desafio reside na produção de escala para atender à demanda," disse Paul Nash, diretor de novas energias na Airbus. "A capacidade da SGB de adaptar variedades híbridas de Pinhão-manso especificamente para as condições de cultivo no centro-oeste do Brasil é um passo significativo na geração de oferta muito necessária e mais um passo para apoiar a estratégia da Airbus de establecer um projeto de comercialização de biocombustíveis em cada continente e alcançar as metas da aviação de crescimento neutro em carbono até 2020."

A JETBIO adotou uma abordagem multi-matéria-prima para a produção de bioquerosene para aviação, com foco no desenvolvimento de fontes rentáveis e sustentáveis, como o Pinhão-manso e biomassa derivada da cana de açúcar. O financiamento da fase inicial do programa inclui contribuições da Airbus e do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

"As condições favoráveis de cultivo no centro-oeste do Brasil combinadas com nossas variedades híbridas oferecem a mais forte plataforma para desenvolver um projeto de Pinhão-manso de sucesso," disse Kirk Haney, presidente e diretor executivo da SG Biofuels. "Somos favoráveis a esforços que abordam a cadeia de valor completa e estamos animados para trabalhar com a JETBIO e seus parceiros."

A Airbus está promovendo a produção sustentável e a comercialização de biocombustíveis, a fim de atingir as metas da aviação global (para reduzir drasticamente as emissões de GEE até 2020 e além). Ela atua como um catalisador, desenvolvendo projetos de sustentabilidade ao longo da cadeia de valor (pelo menos um por um continente). Em novembro de 2010, a TAM Linhas Aéreas e a Airbus realizaram um vôo de teste com uma mistura de biocombustível com base de Pinhão-manso - o primeiro vôo de teste de biocombustíveis a bordo de uma aeronave comercial na América Latina. O Pinhão-manso agora está sendo usado em vôos comerciais pela Lufthansa, Interjet e Aeromexico.

"Com a volatilidade contínua dos preços do petróleo elevando o custo de energia, o Pinhão-manso não é apenas uma alternativa altamente sustentável, mas fornece uma fonte estável e economica de combustível," disse Paulus Figueredo, Gerente de Energia da TAM Linhas Aéreas. "Estamos entusiasmados pela oportunidade de usar o combustível produzido por esta iniciativa conjunta".

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